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Como uma onda no mar...
Antes da atual onda de corrupção via "mídia" (explico: com Marcos Valério e Duda Mendonça descobriu-se um ramo de atividade pródigo em alternativas para "recursos não-contabilizados", à la Delúbio - a propaganda). Antes, o segmento predileto das maracutaias era o das empreiteiras.
Na liderança delas todas, a baiana (como Duda), Odebrecht.
É mais fácil dizer que a criação de um comercial para o partido "Tal" custou 1 milhão de reais - e até colocar isso numa nota fiscal válida - do que relatar-se uma despesa com material e mão-de-obra do mesmo milhão de reais numa ponte... que não existe. Sei que este tipo de corrupção "antiga" ainda grassa, mas - vamos combinar - a "nova" dá menos trabalho. Pelo menos, não precisa ir até a cidade de Onde-o-Judas-perdeu-as-botas para fotografar a ponte que vai de nada a lugar-nenhum...
Agora tem a onda do greenwashing...
E quem está lá, surfando a onda? A mesma Odebrecht, agora com vários nomes diferentes, como no anúncio de página inteira (a de número 7) publicado no dia 21 de março, n'O Globo, sob a égide da - poética - Odebrecht Ambiental... parece piada... lembrando-nos que ontem, 22/03, foi o Dia Mundial da Água, com a sugestiva chamada "Dia Mundial da Água. Para todo mundo é amanhã. Para nós é todo dia". Palmas para os redatores publicitários!
And the winner is...
Devia existir um troféu Cara-de-Pau para os contadores de mentiras deslavadas produzidas pelas organizações e empurradas goela-abaixo da população via mídia - e cara mídia (a mais cara do mundo, em dólar), e, ainda, isenta de impostos!
E não é que hoje, a corporação Odebrecht voltou à carga?
E publicou uma sobre-capa - ou seja - quatro páginas inteiras, no caderno RioShow, do mesmo jornal (escrevo do Rio, terra de um jornal relevante só), provocando furor para mais uma realização - e mais uma marca - desta vez, a da Odebrecht Realizações... (sabe-se lá que realizações são - e foram, em décadas - essas...), agora alcunhadas, conforme o texto do anúncio, de um "presente" para o Rio de Janeiro: montes de torres de vidro e aço no projeto de Porto-Maravilha do "seu" Eduardo - Maia - Paes. Haja criatividade! Publicitária e contábil.
Mais um escárnio. E tome liberdade de expressão e de imprensa! De se exprimir inverdades e de se imprimir sem qualquer regulação... ou pudor.
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sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
De ontem. De novo.
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E atenção! Agora a nota "quarteiriza" a fonte... esses caras se aperfeiçoam no erro...
A quarteirização das desculpas: Na nota divulgada, o secretário de comunicação do STF pediu desculpas e disse que o comportamento de Barbosa era isolado, pois ele teria um relacionamento positivo com a imprensa como padrão. "Em nome do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, peço desculpas aos profissionais de imprensa pelo episódio ocorrido hoje, quando após longa sessão do Conselho Nacional de Justiça, o presidente, tomado pelo cansaço e por fortes dores, respondeu de forma ríspida à abordagem feita por um repórter. Trata-se de episódio isolado que não condiz com o histórico de relacionamento do ministro com a imprensa", diz [sic} a nota.
O COMENTÁRIO DO OCI - Marcondes Neto
OK, vocês venceram! O ministro é uma seda, sempre foi uma seda e será sempre uma seda. Aconteceu rigorosamente nada e por isso o ministro não tem do quê se desculpar. Só eu, secretário de comunicação, que estou pedindo desculpas, talvez por... existir.
E atenção! Agora a nota "quarteiriza" a fonte... esses caras se aperfeiçoam no erro...
Como
se já não bastassem os exemplos que o Observatório da Comunicação Institucional (OCI) tem trazido à tona sobre o
jornalismo de assessoria que grassa entre nós, no Brasil, agora surge
uma inovação (palavra da moda): a "quarteirização" da fonte.
É
mais ou menos assim: a fonte "a" disse "z" - o que muito incomodou "x" e
seus pares. Diante do "estrago", "b", assessor de "a", um terceirizado,
resolve - e nunca saberemos se de acordo com "a" ou não - "soltar uma
nota" (chronica inflationes) desmentindo o ocorrido, mas assinando em seu próprio nome ("b") e não da fonte que representa, "a". Uma "quarteirização" enviesada.
Credibilidade pública (o que é isso?)
Então
estamos combinados assim: "b" é bom moço e desdiz o que quem realmente interessa disse. E fica o dito pelo não dito, pois "b" tem credibilidade - e acesso (ou será só acesso?) aos media e consegue publicar a sua versão do fato, sendo "tido como" representante "direto" da fonte.
E, então, como num passe de mágica, a realidade muda, e "a", que nunca
se arrependeu ou se desculpou, fica "bem na foto" (impressa, falada,
televisada, internatizada). E ponto.
Ótimo - e prático! - jornalismo esse, de nota e fim de papo.
O Observatório da Comunicação Institucional adverte: jornalismo de notas faz mal à saúde da cidadania.
Saiba mais:
Fato (como noticiado n'O Globo de 06/03/2013): o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, recomendou que um repórter do jornal "O Estado de S. Paulo" fosse "chafurdar no lixo". Em seguida, o chamou de "palhaço".
Saiba mais:
Fato (como noticiado n'O Globo de 06/03/2013): o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, recomendou que um repórter do jornal "O Estado de S. Paulo" fosse "chafurdar no lixo". Em seguida, o chamou de "palhaço".
A quarteirização das desculpas: Na nota divulgada, o secretário de comunicação do STF pediu desculpas e disse que o comportamento de Barbosa era isolado, pois ele teria um relacionamento positivo com a imprensa como padrão. "Em nome do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, peço desculpas aos profissionais de imprensa pelo episódio ocorrido hoje, quando após longa sessão do Conselho Nacional de Justiça, o presidente, tomado pelo cansaço e por fortes dores, respondeu de forma ríspida à abordagem feita por um repórter. Trata-se de episódio isolado que não condiz com o histórico de relacionamento do ministro com a imprensa", diz [sic} a nota.
O COMENTÁRIO DO OCI - Marcondes Neto
OK, vocês venceram! O ministro é uma seda, sempre foi uma seda e será sempre uma seda. Aconteceu rigorosamente nada e por isso o ministro não tem do quê se desculpar. Só eu, secretário de comunicação, que estou pedindo desculpas, talvez por... existir.
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quarta-feira, 6 de março de 2013
Jornalismo "de notas" é doença que vitima a cidadania.
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O tema é recorrente. E a discussão torna-se aborrecida. Mas é preciso pontuar o mal cada vez que ele aparece.
Jornal O Globo, terça-feira, dia 05/03 (P. 11).
Título da notícia: "Carro furtado é encontrado com policial".
Subtítulo: "Dono seguiu veículo e viu motorista entrar no batalhão da Tijuca".
Lead: "Depois de passar quase dois anos recebendo em casa multas por excesso de velocidade com [sic] o seu carro furtado, o técnico de áudio e vídeo José Florisval, de 37 anos, decidiu ficar de tocaia junto ao radar onde [sic] as infrações eram cometidas e, na manhã de ontem, flagrou seu veículo dirigido por um homem. Ele seguiu o veículo até a Tijuca, onde o motorista parou em frente ao 6o. BPM (Tijuca) e entrou no batalhão. Em nota [começa aqui o nosso 'case'], a PM confirmou que um policial estava com o automóvel e disse que vai investigar o caso".
Resumo da ópera: o carro fora colocado à venda numa loja de carros usados de propriedade de um notório estelionatário, que a fechou sem dar satisfações a ninguém, inclusive à vítima, neste 'case'. O ex-dono recebia multas e quando deu o "flagra" ligou para o 190, telefone de emergência da PMERJ, e segundo a Polícia Civil, "em nota", "o Peugeot de José foi repassado a outra pessoa ' sem que a documentação fosse regularizada'." Detalhe: o dono da loja tem 16 mandados de prisão expedidos contra [sic] ele por estelionato e apropriação indébita.
Agora o 'grand finale':
Em nota, a Polícia Militar confirmou que um PM [sic] estava com o veículo "como forma de compensação por uma venda de carro em mau estado". E a "nota" continua: "É possível que o policial tenha sido igualmente prejudicado", informou [sic] a corporação. Fim da notícia: A Polícia Militar disse que o comando do batalhão vai investigar porque o PM continuava com um carro em nome de outra pessoa, com IPVA atrasado e várias multas.
Nada mais é preciso acrescentar. Talvez apenas uma pequena ajuda deste escriba à investigação do porquê o PM continuava com um carro em nome de outra pessoa...
O PM continuava (talvez por dois anos) com um carro de outra pessoa porque isto é assim mesmo no Brasil e os incomodados que se mudem.
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Gato por lebre? Não. Cavalo por boi.
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A incrível notícia, dada ontem pela Globo News, é mais um exemplo do que se tornou o jornalismo no Brasil. O jornalismo "de assessoria", o jornalismo "de notas".
Um fato grave acontece. O que faz a mídia (dita "quarto poder"...) em "defesa" da verdade factual? Contrata uma análise no Instituto Adolfo Lutz e desmascara a JBS? Manda um repórter "in loco" (longe, né, mas quê fazer?) ? Não, simplesmente publica "notas à imprensa" de seus belos (e gordos) anunciantes, produzidas por suas belas (e caras) assessorias.
Vide a "notícia" como dada ontem na TV: "A Nestlé comunica que seu fornecedor é a JBS. A JBS comunica que utilizou material de outra empresa sua fornecedora no lote despachado para a Nestlé". E pronto! Fim da "notícia". Fim da "reportagem". Nem um comentário. Nem uma análise.
Vamos acompanhar, a partir de hoje, a continuação da "guerra de notas"... e o pobre do leitor, ouvinte, telespectador e internauta engole essa gororoba todo dia, como isto jornalismo fosse, sem saber como se resolve o problema das pessoas que ingeriram cavalo por boi.
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Nossos comerciais, por favor!
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Será que não existe um só católico praticante nas redações
da Folha e do Estadão?
Ambos os veículos publicaram – além da mesma foto de
capa - a mesmíssima “análise” sobre o sermão de Bento XVI em sua última missa pública
como Papa.
Ambos os jornalões – melhor seria chamá-los, nesse caso, de
papelões – publicaram, mais ou menos isso:
“... o Papa criticou os hipócritas
que atrapalham a Igreja como instituição que precisa continuar sempre
crescendo...”. E deitaram peroração sobre intrigas, traições e ardis nos
bastidores da Santa Sé...
Será que ninguém teve a curiosidade de apurar (importante verbo do jargão
jornalístico) e pensar um pouco se o tema abordado pelo Papa fora desabafo e clamor por
compreensão ao seu ato de renúncia ao poder (como cravaram nas suas manchetes), ou se não seria (como foi, e é, e será, sempre) o mero repetir da
‘palavra’ da Igreja aos fiéis naquele domingo, naquele semana?
Se os batalhões de repórteres enviados a Roma tivessem um
mínimo de tino jornalístico (do tipo genuíno – não aquele mal ensinado e nunca aprendido
em faculdade) ou um mínimo de cultura; saberiam que as leituras propostas pela
Igreja Católica, ao mundo inteiro, nas missas do início do período quaresmal, são
típicas e recorrem, sempre, às mesmas passagens bíblicas, como consta dos missais
distribuídos, tanto na Basílica de São Pedro, em Roma, quanto na singela paróquia
de Morungaba, estado de São Paulo, onde ouvi as mesmas passagens, lidas por membros
da comunidade e comentadas, na homilia, pelo pároco local:
“... quando deres
esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas
sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens... quando orardes, não
sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas
esquinas das praças, para serem vistos pelos homens... quando jejuardes, não
fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto para que
os homens vejam que estão jejuando...” (trecho do Evangelho segundo São
Mateus).
O jornalismo é tão mais tosco quanto tosca for a audiência. Utilizar uma interpretação fora de propósito para produzir manchetes em letras garrafais é recurso para vender jornal tão ruim quanto escancarar fotos sanguinárias na primeira página – hipocrisia tão “adotada” pelos jornalões de quinta categoria que no Brasil vêm sendo publicados... por obra e graça, claro, de nossos queridos anunciantes.
O jornalismo é tão mais tosco quanto tosca for a audiência. Utilizar uma interpretação fora de propósito para produzir manchetes em letras garrafais é recurso para vender jornal tão ruim quanto escancarar fotos sanguinárias na primeira página – hipocrisia tão “adotada” pelos jornalões de quinta categoria que no Brasil vêm sendo publicados... por obra e graça, claro, de nossos queridos anunciantes.
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Tem mas acabou!... Passa ontem!... Me erra!
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Lembrando Canclini, duas ocorrências envolvendo "consumidores e cidadãos" no último fim de semana, merecem destaque por aqui:
PRIMEIRA
Uma notícia veiculada pela Band News no sábado à noite, dava conta de um passageiro da companhia aérea GOL, procedente do exterior, com destino a São Paulo e parada forçada, antes, no aeroporto internacional Tom Jobim (pobre maestro, com essa tralha atrelada a seu santo nome), que teve sua bagagem violada e pertences furtados.
Depois de toda a via crucis a que esteve sujeito, entre Infraero, PM e Gol - todos preguiçosos e inapetentes para socorrer o pobre consumidor - o dito cujo fez um desabafo nos microfones, até muito educado, relatando o cansaço de um dia inteiro de jogo-de-empurra entre "autoridades" para algo que, sabe de antemão, de nada adiantará...
Conclusão da matéria, na fala da repórter, mais ou menos assim:
- Procuradas pela nossa reportagem, Infraero e Gol "disseram" que só podem manifestar-se sobre o ocorrido "através" de suas assessorias de imprensa, as quais só "funcionam" de segunda a sexta-feira...
O que não "funciona", nesse caso, são as relações públicas dessas duas campeãs de desrespeito ao cidadão: Infraero e Gol.
SEGUNDA
Matéria do programa "De Bem", no GNT, domingo à noite, mais ou menos assim:
- "Conheça o Paulo": ele já tem tantos anos e ainda mora com a mãe, Dona Fulana, que apesar de gostar de ter o filhão por perto, quer muito que ele tome um "rumo" na vida...
Fala o "Paulo":
- Estou estudando para um concurso aí, você sabe, às vezes mais, às vezes... não estudo nada. Concurso pra fiscal. Teve ano passado, esse ano não se sabe se vai ter... eu fico nessa - a gente tem que ser feliz...
COM UM FISCAL DESSES... TEMOS UM PAÍS "DAQUELES"
Será que ninguém percebe, na inocente matéria do "De Bem", que é esse tipo de gente, sem eira nem beira, que vai fiscalizar absolutamente TUDO neste país? Receita estadual, as eleições, condições sanitárias, de segurança, eletricidade, qualidade da água, transportes aéreos, e quem sabe, até produção de energia nuclear?
Na próxima vez que você ouvir de alguém que "está fazendo concurso pra qualquer coisa", denuncie, escreva, dê um conselho... Faça qualquer coisa para explicitar esse absurdo tão "nosso" - brasileiro, profissão concurseiro.
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Lembrando Canclini, duas ocorrências envolvendo "consumidores e cidadãos" no último fim de semana, merecem destaque por aqui:
PRIMEIRA
Uma notícia veiculada pela Band News no sábado à noite, dava conta de um passageiro da companhia aérea GOL, procedente do exterior, com destino a São Paulo e parada forçada, antes, no aeroporto internacional Tom Jobim (pobre maestro, com essa tralha atrelada a seu santo nome), que teve sua bagagem violada e pertences furtados.
Depois de toda a via crucis a que esteve sujeito, entre Infraero, PM e Gol - todos preguiçosos e inapetentes para socorrer o pobre consumidor - o dito cujo fez um desabafo nos microfones, até muito educado, relatando o cansaço de um dia inteiro de jogo-de-empurra entre "autoridades" para algo que, sabe de antemão, de nada adiantará...
Conclusão da matéria, na fala da repórter, mais ou menos assim:
- Procuradas pela nossa reportagem, Infraero e Gol "disseram" que só podem manifestar-se sobre o ocorrido "através" de suas assessorias de imprensa, as quais só "funcionam" de segunda a sexta-feira...
O que não "funciona", nesse caso, são as relações públicas dessas duas campeãs de desrespeito ao cidadão: Infraero e Gol.
SEGUNDA
Matéria do programa "De Bem", no GNT, domingo à noite, mais ou menos assim:
- "Conheça o Paulo": ele já tem tantos anos e ainda mora com a mãe, Dona Fulana, que apesar de gostar de ter o filhão por perto, quer muito que ele tome um "rumo" na vida...
Fala o "Paulo":
- Estou estudando para um concurso aí, você sabe, às vezes mais, às vezes... não estudo nada. Concurso pra fiscal. Teve ano passado, esse ano não se sabe se vai ter... eu fico nessa - a gente tem que ser feliz...
COM UM FISCAL DESSES... TEMOS UM PAÍS "DAQUELES"
Será que ninguém percebe, na inocente matéria do "De Bem", que é esse tipo de gente, sem eira nem beira, que vai fiscalizar absolutamente TUDO neste país? Receita estadual, as eleições, condições sanitárias, de segurança, eletricidade, qualidade da água, transportes aéreos, e quem sabe, até produção de energia nuclear?
Na próxima vez que você ouvir de alguém que "está fazendo concurso pra qualquer coisa", denuncie, escreva, dê um conselho... Faça qualquer coisa para explicitar esse absurdo tão "nosso" - brasileiro, profissão concurseiro.
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sábado, 12 de janeiro de 2013
Mais um atentado contra a transparência.
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A 'cara' do Brasil, a 'cara' do PMDB, a 'cara' do Rio sob o PMDB, a 'cara' do 'filho de Cesar', Eduardo.
Ditadura é pouco!
Notícia velha, de ontem: li estarrecido, que ao fotografar os problemas no teto do túnel da Grota Funda - orgulho de empreiteiras e empreitadas eleitorais -, a auxiliar de engenharia da própria empresa construtora teve sua câmera tomada das mãos pelo secretário municipal de conservação - que recusou-se a dar explicações à imprensa - e não recebeu a câmera de volta!
A prefeitura do Rio mentiu deliberadamente sobre as razões da interdição do túnel, alegando 'problemas elétricos' e omitindo e existência de uma cratera de mais de 3 metros quadrados no teto de uma de suas galerias.
A empresa atendeu a imprensa e 'disse' que 'as obras foram entregues antes do prazo previsto, a pedido da própria prefeitura, que queria inaugurá-las antes das eleições'.
Notícia fresca, de hoje: após 35 horas, a prefeitura admite a existência de uma fissura na rocha (a culpa agora é de Deus, ou pelo menos do planeta Terra), problemas geológicos 'e não a erro de execução'...
Segundo especialista consultado: ' a formação argilomineral, que pode ser a causa do problema, deveria ter sido prevista antes (sic) da obra'... de, aliás, 500 milhões de reais. É preciso acrescentar mais alguma coisa?
A montanha vai despencar sobre nós, se antes já não tivermos sido tragados pelo também condenado elevado do Joá - obra do tempo do 'nada a declarar' típico desses tempos de Paes, que só disse isso: - não existe preocupação quanto à estabilidade geral do túnel... Mesmo tipo de despreocupação que Lobão e Dilma têm com relação à possibilidade de apagão.
Chama o Cabral... não o do PMDB do Picciani, Eduardo Cunha, Sarney e Renan..., na próxima sessão espírita, e pergunta p'ra ele por que motivo - céus! - não decidiu deixar os índios aqui em paz, sem o tipo de gente 'civilizada' que acabou desembarcando aqui?
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A 'cara' do Brasil, a 'cara' do PMDB, a 'cara' do Rio sob o PMDB, a 'cara' do 'filho de Cesar', Eduardo.
Ditadura é pouco!
Notícia velha, de ontem: li estarrecido, que ao fotografar os problemas no teto do túnel da Grota Funda - orgulho de empreiteiras e empreitadas eleitorais -, a auxiliar de engenharia da própria empresa construtora teve sua câmera tomada das mãos pelo secretário municipal de conservação - que recusou-se a dar explicações à imprensa - e não recebeu a câmera de volta!
A prefeitura do Rio mentiu deliberadamente sobre as razões da interdição do túnel, alegando 'problemas elétricos' e omitindo e existência de uma cratera de mais de 3 metros quadrados no teto de uma de suas galerias.
A empresa atendeu a imprensa e 'disse' que 'as obras foram entregues antes do prazo previsto, a pedido da própria prefeitura, que queria inaugurá-las antes das eleições'.
Notícia fresca, de hoje: após 35 horas, a prefeitura admite a existência de uma fissura na rocha (a culpa agora é de Deus, ou pelo menos do planeta Terra), problemas geológicos 'e não a erro de execução'...
Segundo especialista consultado: ' a formação argilomineral, que pode ser a causa do problema, deveria ter sido prevista antes (sic) da obra'... de, aliás, 500 milhões de reais. É preciso acrescentar mais alguma coisa?
A montanha vai despencar sobre nós, se antes já não tivermos sido tragados pelo também condenado elevado do Joá - obra do tempo do 'nada a declarar' típico desses tempos de Paes, que só disse isso: - não existe preocupação quanto à estabilidade geral do túnel... Mesmo tipo de despreocupação que Lobão e Dilma têm com relação à possibilidade de apagão.
Chama o Cabral... não o do PMDB do Picciani, Eduardo Cunha, Sarney e Renan..., na próxima sessão espírita, e pergunta p'ra ele por que motivo - céus! - não decidiu deixar os índios aqui em paz, sem o tipo de gente 'civilizada' que acabou desembarcando aqui?
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