A edição do jornal O Globo deste domingo, 01/10, traz pérolas brasileiras, genuínas jabuticabas:
(1) Ônibus do 'Metrô na superfície' não têm vistoria... (P. 20). E ninguém tem nada com isso - o eterno deixa-que-eu-deixo entre governo do estado e prefeitura. A degradação deste serviço já foi objeto deste escriba - clique aqui.
(2) Algo que não existe... transparência... na administração pública (P. 8) - clique aqui.
(3) Nepotismo cruzado (P. 9) em campanha de vereadores (mais uma inovação do 'jeitinho brasileiro' - clique aqui.
(4) Cidadão inscrito na dívida ativa do IPTU concorre (é líder nas pesquisas!) à... prefeitura de Belo Horizonte. O mínimo que devia existir é a impossibilidade de quem deve à prefeitura candidatar-se a prefeito. (P. 12).
(5) Um cabo eleitoral (pago) para cada três eleitores. Para quem não acredita em 'compra de voto' e 'abuso do poder econômico em eleições', um prato cheio (P. 17)
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sábado, 1 de outubro de 2016
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Contra fatos noticiados não há mais argumentos privados.
Em 13 de setembro de 2015, dei como certa a queda de Dilma Rousseff (http://marcondes-at-blog.blogspot.com.br/2015/09/providencie-lencos-de-papel-para-o.html) a partir de uma notícia, na imprensa: a 'CEF' acionara a Justiça por 'saques da União a descoberto'.
Como se sabe, o jornalismo tem essa peculiaridade de transformar um dado comezinho em fato universal. Henfil ensinou-nos que algo aconteceu de verdade porque 'Deu no New York Times'.
Richard Nixon caiu porque absurdos da política (que acontecem cá como lá nos EUA, de forma oculta) foram parar nas páginas do jornal 'Washington Post'.
A personagem 'pública' de Julia Roberts no filme 'Nothing Hill' diz, a um atônito 'anônimo', vivido por Hugh Grant, que '... para pessoas públicas, essas fotos estarão lá para sempre...' comentando a imagem - publicada - deles, juntos.
Pois bem, com a notícia da delação premiada de Sergio Machado, dou como certa a queda de Michel Temer. Quem pede recursos - na política - mesmo os 'contabilizados', sabe que tal dinheiro vem de 'gorduras' em contratos públicos.
Doadores PJ, simplesmente, não retiram parte de seus lucros para fazer política cidadã. Querem-nos de volta em contratos, aditivos, 'obras emergenciais sem licitação pública' etc.
O Brasil organiza - e é bastante caro - eleições a cada dois anos. Este ano, teremos eleições - hora mais que certa para incluir no pleito a escolha popular para a presidência da República.
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Como se sabe, o jornalismo tem essa peculiaridade de transformar um dado comezinho em fato universal. Henfil ensinou-nos que algo aconteceu de verdade porque 'Deu no New York Times'.
Richard Nixon caiu porque absurdos da política (que acontecem cá como lá nos EUA, de forma oculta) foram parar nas páginas do jornal 'Washington Post'.
A personagem 'pública' de Julia Roberts no filme 'Nothing Hill' diz, a um atônito 'anônimo', vivido por Hugh Grant, que '... para pessoas públicas, essas fotos estarão lá para sempre...' comentando a imagem - publicada - deles, juntos.
Pois bem, com a notícia da delação premiada de Sergio Machado, dou como certa a queda de Michel Temer. Quem pede recursos - na política - mesmo os 'contabilizados', sabe que tal dinheiro vem de 'gorduras' em contratos públicos.
Doadores PJ, simplesmente, não retiram parte de seus lucros para fazer política cidadã. Querem-nos de volta em contratos, aditivos, 'obras emergenciais sem licitação pública' etc.
O Brasil organiza - e é bastante caro - eleições a cada dois anos. Este ano, teremos eleições - hora mais que certa para incluir no pleito a escolha popular para a presidência da República.
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quarta-feira, 18 de maio de 2016
MEDITERRÂNEA INFORMA: o relações-públicas, professor e consultor Manoel Marcondes Machado Neto está satisfeito.
MEDITERRÂNEA INFORMA: o relações-públicas, professor e consultor Manoel Marcondes Machado Neto está satisfeito.
Em suas próprias palavras:
- Consegui, após muitos anos de estrada, trazer - para uma só equipe - uma administradora, três jornalistas e uma publicitária, a fim de trabalharmos - juntos - a integração da comunicação de nossos clientes atuais e futuros, o que se convencionou chamar de 'comunicação total' ou ‘comunicação 360 graus’, unindo de forma balanceada a comunicação interna, a comunicação institucional e a comunicação de marketing. E tudo isto, a baixo custo.
Isto acontece agora, exatos 30 anos depois de Margarida Kunsch demonstrar ao Brasil o alcance da ‘comunicação integrada’ praticada nos países desenvolvidos desde a década de 1970. E o grupo de profissionais, cada um à frente de sua própria empresa, ainda conta com uma MEI de relações-públicas no atendimento, totalizando sete pessoas sob o 'Coletivo Umbrella', iniciativa típica da economia solidária para este tempo de indústrias criativas.
Conheça:
Divulgação: Lucila Komolibus.
Em suas próprias palavras:
- Consegui, após muitos anos de estrada, trazer - para uma só equipe - uma administradora, três jornalistas e uma publicitária, a fim de trabalharmos - juntos - a integração da comunicação de nossos clientes atuais e futuros, o que se convencionou chamar de 'comunicação total' ou ‘comunicação 360 graus’, unindo de forma balanceada a comunicação interna, a comunicação institucional e a comunicação de marketing. E tudo isto, a baixo custo.
Isto acontece agora, exatos 30 anos depois de Margarida Kunsch demonstrar ao Brasil o alcance da ‘comunicação integrada’ praticada nos países desenvolvidos desde a década de 1970. E o grupo de profissionais, cada um à frente de sua própria empresa, ainda conta com uma MEI de relações-públicas no atendimento, totalizando sete pessoas sob o 'Coletivo Umbrella', iniciativa típica da economia solidária para este tempo de indústrias criativas.
Conheça:
segunda-feira, 9 de maio de 2016
sábado, 30 de abril de 2016
quarta-feira, 27 de abril de 2016
PRÉ-RELEASE: 'The business of transparency'.
O novo livro de Manoel Marcondes Machado Neto explica ao mundo as Relações Públicas do Brasil, para muito além de 'media relations'.
LINK - http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,833140,Professor_Marcondes_Neto_lanca_novo_livro_The_Business_of_Transparency_,833140,1.htm
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quarta-feira, 6 de abril de 2016
Recordar é viver.
A 'memória' do Facebook faz-me, hoje, lembrar do lançamento - há 4 anos - de meu primeiro livro sobre o tema 'transparência nos negócios' - o 'pocket book' intitulado 'A transparência é a alma do negócio'. O livro está esgotado desde 2014. Mas entrará 'no ar' - em sua versão 'e-book' - numa parceria (que aqui, agora, anuncio em primeira-mão) da Conceito Editorial com a FGV Editora.
Em 2013, com a criação do Observatório da Comunicação Institucional - OCI, ideia muito bem trazida pelo colega errepê Marcelo Ficher - e com a cumplicidade das amigas Lúcia Duarte e Pollyana Escalante -, estavam dadas as condições para um 'locus' de análise e reflexão crítica de questões que, em última instância, são alicerces da tão prometida (tanto quanto pouco entregue) 'transparência'.
Em 2015, o O.C.I. lançou a campanha "RP: profissional da transparência", e concluída a análise da pesquisa de campo junto a 100 executivos entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, pude lançar - pela Ciência Moderna Livraria e Editora, a versão integral do livro que apresentara ao Brasil uma outra forma de ver as RRPP: o 'mix' dos 4 Rs das Relações Públicas Plenas.
Agora, em 2016, 'Ano O.C.I. para a transparência ativa' é chegada a oportunidade de levar ao mundo, 'exportar' a visão particular brasileira de 'plenas' Relações Públicas. Sim, porque só no Brasil se forma errepês '360 graus' compromissados com a comunicação nas organizações. Isto se dará pela publicação, ainda em abril, da versão em inglês do meu livro (Editor A), paralela ao site 'www.fullPR.net'.
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