Duas coisas (isto mesmo, coisas) publicadas n'O Globo de ontem chamam... melhor... clamam por atenção deste Offbudsman. A elas:
1) P. 19 - DIÁLOGO DE SURDOS...
Vítimas de arrastão no metrô vão processar concessionária. Bando rouba 16 passageiros após trem sair do Largo do Machado.
A companhia do metropolitano do Rio de Janeiro, a esta altura, já deve ser detentora de algum recorde de desmentidos (leia-se mentiras...) e propaganda enganosa. Sandice em três atos:
"As vítimas reclamaram da falta de câmeras dentro da composição e de vigilantes não terem abordado os criminosos na estação Flamengo...".
"Por meio de sua assessoria de imprensa, a concessionária Metrô Rio informou que, por ser um modelo antigo, o trem não conta com aparelhos de geração de imagens".
"Mas a empresa destacou que há 800 câmeras distribuídas nas 36 estações do sistema e que conta com 350 agentes equipados com cassetetes".
Resumindo, é mais ou menos este, o "diálogo" usuário-metrô:
- Não há câmeras no vagão e não houve ação dos seguranças na estação Flamengo!
- Temos câmeras noutros vagões e seguranças que não usaram seus cassetetes na estação Flamengo.
2) P. 21 - VÁ COOPERAR 'ASSIM' NA 'AMIL'...
UNIMED-RIO, UM PATRIMÔNIO CARIOCA (não há a sinalização de que se trata de um Informe Publicitário):
"A insensatez teve desdobramentos. Após a Assembleia, alguém, visivelmente de má fé, procurou diversos órgãos de imprensa para, entre outros propósitos, indispor a figura do presidente da cooperativa com seus dignos representados. Chegou ao ponto de inserir na coluna de um prestigioso jornalista do Rio informação falsa sobre a remuneração do presidente, elevando-a para um patamar absurdo...".
Na véspera, a coluna de Ancelmo Gois, de fato, noticiara que o salário mensal de Celso Barros, presidente da UNIMED-Rio, seria de 240 mil reais - um dado que teria causado indignação na tal Assembleia que - aliás, - acabou elegendo uma chapa de oposição (a Celso Barros) para o Conselho Fiscal da cooperativa.
Indago: quem e como "alguém" pode "inserir" algo na coluna de Ancelmo Gois? Que se saiba, o colunista d'O Globo não divulgou ser doador de medula óssea...
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sábado, 14 de março de 2015
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Jornalismo é - bom - negócio. Jornalistas, empreendam!
Deu n'O Globo de ontem (27/02/2015): IMPRENSA - Dia 4 de março começa a circular na internet o jornal "Fatoonline". Na redação, os jornalistas Orlando Britto, Rudolfo Lago, Cecilia Maia, Andrei Meirelles, Helena Chagas e outros.
É auspicioso ver jornalistas empreenderem. Esta é "a" saída para o jornalismo brasileiro.
É por este motivo que tanto insisto que as graduações em Jornalismo incluam em suas grades curriculares as disciplinas de Administração, Ciências Contábeis, Finanças, Marketing e RH. Pelo menos como eletivas.
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É auspicioso ver jornalistas empreenderem. Esta é "a" saída para o jornalismo brasileiro.
É por este motivo que tanto insisto que as graduações em Jornalismo incluam em suas grades curriculares as disciplinas de Administração, Ciências Contábeis, Finanças, Marketing e RH. Pelo menos como eletivas.
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
É belo...

Mas... é a essência de um mal - o "storytelling" nocivo... aquele que migrou da Literatura e da Propaganda para o Jornalismo e para as Relações Públicas Picaretas.
LINK - http://noticias.terra.com.br/popular/noticias/0,,OI106018-EI1141,00-Reporter+que+inventava+dados+escreveu+textos.html
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Família degradada. Por Flávia Oliveira.
"Juiz dá aula de ética em sentença sobre morte de filho de Cissa Guimarães. Lição serve a todos que encobrem ilícitos da cria...".
É preciso coragem para abordar este tema. E a jornalista Flávia Oliveira o faz neste texto publicado no jornal O Globo de 01/02/2015.
Leia a íntegra do texto publicado originalmente à página 36 daquela edição:
http://oglobo.globo.com/sociedade/familia-degradada-15210670
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É preciso coragem para abordar este tema. E a jornalista Flávia Oliveira o faz neste texto publicado no jornal O Globo de 01/02/2015.
Leia a íntegra do texto publicado originalmente à página 36 daquela edição:
http://oglobo.globo.com/sociedade/familia-degradada-15210670
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
CLIPPING ATRASADO e... STORYTELLING...
"Levy acha que a sociedade brasileira, desde o ano passado, vem defendendo mudanças, e ele entende essa demanda, na área dele, como a de uma reorientação para mais consistência fiscal, mais fortalecimento da economia...".
Miriam Leitão contando, n'O Globo de 18/12, a entrevista que lhe concedeu na véspera, na Globo News, o futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
Estou na dúvida...
Quem será o melhor contador de estórias... ou será contorcionista? A inefável jornalista em seu 'storytelling', ou o futuro ministro, em seu genuíno delírio de que as manifestações de 2013 pediam seu remédio... ou seja, arrocho.
Se estive no Brasil - e estive - durante os meses de junho e julho do ano passado, os manifestantes (pré-Black Blocs) não pediam arrocho, e sim, pediam... não, exigiam... MAIS gastos em transporte público do que em transporte aéreo de 'autoridades', MAIS gastos com saúde da população que com 'autoridades' no Sírio-Libanês, MAIS gastos com educação de todos que com a educação superior dos filhos de magistrados.
A "narrativa" de Miriam Leitão sobre o jornalismo que ele mesma pratica é um exemplo acabado - e competente - de 'storytelling' a serviço da má-fé, da mentira, da meia-verdade, da enganação, da propaganda enganosa.
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sábado, 20 de setembro de 2014
A ignorância da presidente. Por Ricardo Noblat.
Repercutindo, por total concordância:
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2014/09/19/a-ignorancia-de-dilma-por-ricardo-noblat-550254.asp
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http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2014/09/19/a-ignorancia-de-dilma-por-ricardo-noblat-550254.asp
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terça-feira, 2 de setembro de 2014
Lembrando Manoel Maria de Vasconcellos.
Pioneiro das Relações Públicas e do marketing no Brasil, cursou a primeira especialização em Relações Públicas ministrada no país (por Eric Carlson), na EBAP/FGV, em 1953/54.
Foi presidente da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) no biênio 1954/55. Fez parte da equipe de especialistas que, também na FGV, decidiu não traduzir a palavra "marketing" no Brasil.
Foi diretor-superintendente do Banco Nacional e patrocinador do primeiro telejornal em rede nacional - por isso denominado "Jornal Nacional", que ontem, 01/09, completou 45 anos da estreia, na Rede Globo.
Foi o primeiro diretor da FCS/UERJ (1986/87) e meu professor no IPCS/UERJ em 1980/81.
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